terça-feira, 18 de março de 2014

2 comentários:

Célia Rangel disse...

Deliremos, então... Incrível sua criatividade!
Abraço.

Filipe Campos Melo disse...


Na ardência incendiada
Ardem versos queimados

(...)

Uma arena de fosforências
Um refúgio incendiado
Um reduto erguido acima de um fogo

(...)

A poesia não se reduz à palavra
Excede o olhar
Exige o detalhe

(...)

A visão pode ser divergente
Talvez seja até mero delírio de um louco

Mas a obra, a tua obra poético-imagética,
é inquestionável
E tua criatividade também

Abraço