sábado, 7 de maio de 2011

13 comentários:

LunETta disse...

Olá Heduardo, navegando ando
encontrei o seu blog, achei muito
bom, como um livro que vc não consegue parar de ler..

abç

adriana simões disse...

Muito bom

Daniel Savio disse...

Até quando nos decidimos que é eterno...

Fique com Deus, menino ParadoXos.
Um abraço.

Papoila - BF disse...

Apeteceu-me virar as pedrinhas da foto todas para ver que mais elas têm escrito.

Bom Domingo
BF

Justine disse...

É a única possível...
(como vai isso, miúdo?)
Abracinhos

OUTONO disse...

Olá....

Continuo agarrado a este paradoxo de sentir e tentar sentir ainda mais...o lavrar da tua escrita...campos fora da mente de quem a lê...

Agrado....PLENO...como sempre!

Abraço!

... disse...

Sim... é eterno enquanto dura... ou pode ser um provisório definitivo?

Sempre uma surpresa ler estes paradoxos :)

mariam disse...

Heduardo,

há poesia onde se quiser... consegues mostrar aqui :)

Fechei a caixa de comentários do http://mariasentidos.blogspot.com/ (um dia destes reabro), mas continuo a visitar o 'blogobairro' e embora ande parca no comentar, não me esqueci de Si nem dos outros(as)amigos(as).

um abraço e o meu sorriso de sempre :)
mariam

Pena disse...

Estimado e Sublime Amigo:
É um Ser Genial de perfeição literária.
Parabéns.
Abraço amigo de respeito pela sua imensa significação de talento.
Sempre a admirá-lo.

pena

É notável, amigo.

Anabela disse...

perceber que nada é absoluto ou definitivo, que todas as ideias, todas as representações, todos os comportamentos, todos os afectos estão sujeitos a interdependência ajuda a perceber o provisório em eterno. Tudo é transitório, nada se repete tudo se transforma e isto não retira eternidade ao provisório.

Adriano C. Tardoque disse...

Belíssima objetividade profunda e poética. A ETERNIDADE PROVISÓRIA me lembra as borboletas que vivem tão pouco e tatuam sua beleza na eternidade das nossas almas.
Grande abraço!

Eduardo Tornaghi disse...

Muito legal parceiro
Te deixo por enquanto uma pedra minha

Farsa
A fragilidade da pedra repousa dúbia em dureza
ao tempo com delicadeza resiste e gasta e quebra tal e qual qualquer regra
Na fragilidade da pedra reside sua clara imponência perene só sua aparência cristalizada medra tal e qual qualquer lepra
Da fragilidade da pedra recende nobreza e requinte um voluntarismo de esfinge um clima uma atmosfera impermeável a etcéteras
A fragilidade da pedra reduz-se a não se amoldar

abração, e sigamos trocando

ღPat.ღ disse...

Que saudades de você, da sua alegria, das suas palavras, dos seus comentários, de tua presença, da tua poesia!

Maravilhoso, continuas brilhante no sentir/transmitir;

Um beijo com todo carinho!