quarta-feira, 22 de outubro de 2014






quarta-feira, 15 de outubro de 2014


segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Poema em movimento


quinta-feira, 2 de outubro de 2014























"Os Armários da noite", com capa de Heduardo Kiesse é o novo livro de poesia de Alice Vieira, actualmente considerada uma das mais importantes escritoras portuguesas, traduzida em várias línguas e com grande projecção nacional e internacional. O lançamento será no dia 15 de Outubro, às 18 horas, na Livraria Bucholz (Lisboa, Marquês de Pombal).


domingo, 21 de setembro de 2014



terça-feira, 2 de setembro de 2014


quarta-feira, 13 de agosto de 2014


domingo, 3 de agosto de 2014


terça-feira, 29 de julho de 2014

















Gisela Gracias Ramos Rosa

terça-feira, 22 de julho de 2014

Voema

Poema em movimento

domingo, 13 de julho de 2014


sexta-feira, 4 de julho de 2014


quinta-feira, 3 de julho de 2014


















Victor Hugo

segunda-feira, 23 de junho de 2014


quinta-feira, 19 de junho de 2014
















Como se o tempo fosse apenas uma vassoura de varrer memórias

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Poema em movimento

domingo, 8 de junho de 2014


quarta-feira, 14 de maio de 2014


“Eternidade Provisória"

Primeira exposição de fotografia ParadoXos

Até 21 de Maio, viajem-se ao "Desassossego" Rua de São Bento, 34, 1200-815 Lapa - Lisboa
Telef. 21 846 4556

Segunda-feira a Quarta-feira das 12h30 às 20h00
Quinta-feira a Sábado das 15h00 às 00h00
e Domingo das 13h30 às 20h00

Para ver basta desassossegar o olhar!

domingo, 4 de maio de 2014



quinta-feira, 1 de maio de 2014






















Maria Teresa Meireles in “Dicionário Íntimo”, crónica “Semmais”/”Expresso”

terça-feira, 29 de abril de 2014

Exposição de fotografia Paradoxos  


A poesia acontece onde menos se espera, distendendo-se silenciosa e furtivamente pelo mundo. De máquina fotográfica no bolso, e esferográfica na mão, vale a pena percorrermos a cidade com um olhar atento, não vá um verso surpreender-nos num qualquer recanto incógnito, sem que tenhamos um meio de o perpetuar, perdendo-o, para sempre, “à beira do infinito”.

Numa exuberância de materiais, palavras e cores, ressaltam à vista botões, molas, fósforos, pedras, chaves, restos de tecidos, arames, giz, aparas de lápis, troncos, canas, folhas, areia, papéis rasgados, grãos de café, elásticos e, até, chaves inglesas, pregos e parafusos. 

Os cenários variam entre a concretização minuciosa de uma ideia, jogando com cores, texturas e palavras, e a pura improvisação. Sendo que esta última tanto pode ocorrer em casas abandonadas, onde as paredes gritam “como se fossem feitas de silêncios”, como em jardins públicos, nomeadamente o da Gulbenkian e o da Estrela, ou à saída do metro. 

Todavia, esta aparência de delírio abriga momentos de pura lucidez, claramente identificados nas palavras que acompanham algumas das imagens, como nas chaves que fecham “palavras dentro da boca”, sendo imprescindível expulsá-las, nas lâmpadas que precisam urgentemente de ser acesas, não pela corrente, mas pelo pensamento, nos tempos que têm de ser conscientemente fruídos por não serem elásticos, na pedra, aparentemente estável, que implora que a libertem dos finos fios que a fazem prisioneira de um prego, na mala de viagem, pesada e inutilizada, onde se lê “viaja-me” ou até mesmo nas pedras brancas, lembrando túmulos, que se encontram ao lado das flores, contendo a inscrição “eternidade provisória”. 

Escutemos, pois, estas frases contidas nas imagens, ao mesmo tempo que as contemplamos, para que as “palavras que se penduram nas cordas vocais” abruptamente se desatem, e consigamos expressar esse espanto que vem, não só do mundo, como das próprias imagens aqui presentes, deixando-se “ser poema” nesta “Eternidade Provisória”.

Carolina Meireles

quarta-feira, 23 de abril de 2014

domingo, 20 de abril de 2014

















Gabriel Garcia Marquez

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Poema em movimento

quarta-feira, 16 de abril de 2014


















Agostinho Neto

terça-feira, 15 de abril de 2014


quinta-feira, 10 de abril de 2014

terça-feira, 8 de abril de 2014

Poemágua

segunda-feira, 7 de abril de 2014



quarta-feira, 2 de abril de 2014












Do poema de Oswaldo Montenegro

segunda-feira, 31 de março de 2014






segunda-feira, 24 de março de 2014


sexta-feira, 21 de março de 2014

Por ocasião do dia Mundial da Poesia

A poesia, à semelhança de outros acontecimentos que se enaltecem apenas uma vez por ano, deve ser sempre comemorada. Nos “hojes” de hoje e de ontem e nos “hojes” de amanhã. 

Na ParadoXos, (mal ou bem), tanto quanto possível, tem sido essa a minha intenção. “Hojificar” a poesia. Torná-la uma presença presente. 

A prática da poesia, fora dos seus moldes habituais, decorre da intenção de a agarramos em fotografia - essa eternidade provisória na qual tentamos perpetuar a vida, esticando ponteiros de relógios como se a natureza do tempo fosse meramente elástica. Neste contexto, fotografar serve, sobretudo, não para petrificar instantes, mas para acompanhar a trajectória da poesia na sua fuga do papel para outros suportes tais como pedras, bocados de madeira, tijolos, parafusos, esferovite, fósforos, água, botões, etc.

É necessário colocarmos o dia que hoje se comemora no plural. Temos o hábito absolutamente desprovido de sentido de “hojificar” as pessoas apenas quando desaparecem, quando já são de “ontem”. Mas hoje, não é apenas o dia de enaltecer a poesia de ontem, hoje é o nosso dia, o dia de todos os que lutam de metáforas em punho, em legítima defesa da Vida e da Palavra. Falamos desses homens e mulheres que, não obstante se confrontarem diariamente com a escassez de oportunidades, cumprem a missão de “coagir” os outros a sonhar. Quanto a nós, esta é a razão essencial do poeta, “co-agir” os homens a transformar a inquietação em “inquieta-acção”. O sonho, só possível através da poesia. 

Poetas não são apenas os que vendem poemas e recebem troco de infinito, mas aqueles que não se rendem apesar da falta de versos para comprar o pão de cada dia, aqueles que transformando o tumulto íntimo em arte, superam a condição humana de espectadores , “loucurando-se”, isto é, curando as feridas da lucidez com a própria loucura. A obra. 

terça-feira, 18 de março de 2014

sábado, 8 de março de 2014


segunda-feira, 3 de março de 2014


segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014















Florbela Espanca, do poema “Ser poeta”

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014


quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014